
Fim do Senado
Senado sem Poder
O fim do bicamerismo é uma exigência do bom senso ou, ao menos, do princípio da Economia. Duas Casas Legislativas é um exagero de caro. Quantos interesses devem ser atendidos na Primeira Casa? E depois temos que ir à Segunda. O argumento do federalismo é uma falácia que não merece nem comentários...
Entretanto, a instituição do Senado deveria sobreviver. Pelo menos com outra roupa, limpa e elegante.
RETIRAR O PODER DE LEGISLAR DO SENADO é o projeto desta segunda.
1.Sem Poder, o Senado perde o interesse para os interesseiros;
2.Sem Poder, o Senado não tem “custo de projeto”;
3.Sem Poder, o Senado atrai intelectuais (cidadãos acima de cinqüenta anos, especialistas nas diversas áreas da Cultura: artes, filosofia, ciência, economia, religião...);
4.Eleições normais, quadrianuais, com remuneração digna, mas sem o exagero atual;
5.Debate dos temas nacionais, interesses da Federação, problemas locais importantes, relações internacionais;
6.Seminários, colóquios, palestras, visitas a estados e países, relatório mensal das atividades;
7.Ao fim de cada semestre, o novo Senado apresenta uma série de projetos de lei (oriundos dos debates da casa), para serem discutidos e votados na sessão legislativa seguinte da Casa Maior (Câmara dos Deputados), com prerrogativa de urgência, mas com nenhuma outra garantia de aprovação.
