a falta de um coracao
escrevo como um relogio um chip, um algoritmo nu e frio feito iceberg
e sozinho
no alto, o sol reclama uma lagrima bem no fundo, passarinhos nadam
(o filosofo eh infeliz porque nao chora e so o que te comove te torna humano)
a que trouxe o Mar e a Luz e me derrete em lagrimas
(“com medo que a devorasse o dragao que mora no rio”)
este beijo remoto e impossivel