poema do fim do mundo
um reino foi divido e um homem foi encarregado de vigiar os limites; todo dia, ao amanhecer, la ia o homem de baioneta em punho carregar a fronteira de linha a linha, nas costas; com o tempo, o homem so ia ver a fronteira no fim da tarde e o povo passou a dizer que ele ia colher o por do sol; com o tempo, tambem, parceiro invisivel, o homem ficou velho e nao se importava mais; sempre sorrindo, deixava passar, no sorriso, um raio de sol; sempre, no sorriso, passava um passarinho e ninguem se importava; um dia, um menino passou: “ vou ver meu avo, que mora do outro lado” e fazia um gesto com a mao na boca: psiu... o guarda da fronteira ficou conhecido como o velho do portal; e os paises ficaram cada mais parecidos com um unico arco iris
22/08/2026
poema do fim do mundo
PoesiasEletivas · publicado em 22/08/2026
Escrito em PoesiasEletivas