Mudar alguma coisa no sistema de transporte público não é tarefa fácil. Os interesses são intransigentes.Financiadores de campanhas, os concessionários do serviço “público” têm controle da maioria dos legisladores.
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Ônibus grande: com duas ou três “carrocerias”, velocidade baixa, paradas alternadas, circuito integração;
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Ônibus de “dois andares”: velocidade baixa, paradas alternadas, circuito integração;
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Ônibus gratuito: linha Centro da Cidade, lotação definida e sentada, a cada 30 minutos, laterais abertas como nos velhos bondes.
Financiamento da linha gratuita:
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A Prefeitura calcula o custo diário da linha gratuita; o valor encontrado será registrado num cofre digital que permanecerá numa praça no centro da cidade, para que qualquer cidadão – voluntariamente – pudesse contribuir de modo a zerar o valor do custo diário. Se o valor depositado superasse o valor do custo diário, a diferença seria creditada no dia seguinte, assim sucessivamente, até o final do mês, quando se verificaria se o arrecadado foi suficiente para cobrir os custos mensais. Caso não fosse, o que é muito provável, (até que a cultura se estabeleça), o governo “bancaria” a diferença.
O que se pretenderia com esse sistema?
- Criar uma cultura orçamentária, na qual os contribuintes pudessem aprender a calcular os PREÇOS PÚBLICOS, para fiscalizar os gastos governamentais, de modo a acompanhar o trabalho das instituições que, indiretamente, fazem isso.
