Tu não
retocas
, não mudes palavra alguma.
Nada de ponto de vista inapreensível quanto ao passado.
Sonhos femininos, amarrotados.
O que morre, quando se morre?
Acuada entre duas páginas confinadas entre o teu sono e o meu.
'Não-contacto' das vestimentas moralizadas.
Que diferença, nenhuma, entre amais pretensiosa arte e os pores do sol? a 'poesia' do pôr do sol : de vomitar.
As configurações contavam sós.
(todo o resto foi e ficou branco)
Tradução: Inês Oseki-Dépré