Rainer Maria Rilke e a morte
Ferreira Gullar contempla a morte de Rilke e a permanência de sua voz nos poemas.
Ferreira Gullar contempla a morte de Rilke e a permanência de sua voz nos poemas.
A volta aos lugares da infância e a distância irrecuperável do tempo vivido.
A memória familiar e as vozes cotidianas em torno do antigo poço dos Medeiros.
Um poema sobre as vozes, lembranças e rumores que se acumulam na linguagem.
Os silêncios da casa, do quintal e da cidade reaparecem como matéria da memória.
O tempo, a matéria e a memória familiar atravessam a imagem das frutas que apodrecem.
Afinal, um centenário carrega tanta dor e tanta luz que merece, por si só, um monumento.
A louca me atraiu como a um passarinho. Os vãos e a sombra, a gaiola entre os galhos; os cajueiros todos silentes; o tapete de folhas; lugar de não ver sol. Ela me seguiu como quem pede amparo. Nossa Senhora do Amparo. Como quem pede socorro. Nossa Senhora do Socorro. Erros tao leves. Como caiu a bruxa? Foi o amor, foi o amor!!!
Os que nasceram nas grandes metrópoles, com seus brinquedos eletrônicos e suas esquinas concretas, defenderão as ruas asfaltadas, o clube do fim de semana e a solidão do computador; os que nascem na beira de um rio, porém, queremos fazer ver as vantagens e os privilégios da in…
Eu trabalhava num pequeno comércio comprado por meu pai em São Luís, quando ela surgiu à porta acompanhada de seu séquito feminino — mãe, filhas, tias, presumo, formando aquela constelação errante que a pobreza reúne sob o mesmo destino.
Reflexões ao deparar-se com um busto de Santos Dumont na entrada da universidade.