Tag: Joao Cabral de Melo

19/09/2026 — Afins_Ferreira Gullar

Rainer Maria Rilke e a morte

Ferreira Gullar contempla a morte de Rilke e a permanência de sua voz nos poemas.

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19/09/2026 — Afins_Ferreira Gullar

Praia do Caju

A volta aos lugares da infância e a distância irrecuperável do tempo vivido.

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19/09/2026 — Afins_Ferreira Gullar

O poço dos Medeiros

A memória familiar e as vozes cotidianas em torno do antigo poço dos Medeiros.

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19/09/2026 — Afins_Ferreira Gullar

Muitas vozes

Um poema sobre as vozes, lembranças e rumores que se acumulam na linguagem.

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19/09/2026 — Afins_Ferreira Gullar

Evocação de silêncios

Os silêncios da casa, do quintal e da cidade reaparecem como matéria da memória.

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19/09/2026 — Afins_Ferreira Gullar

Bananas podres

O tempo, a matéria e a memória familiar atravessam a imagem das frutas que apodrecem.

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16/05/2016 — Crônica

A louca da quinta

A louca me atraiu como a um passarinho. Os vãos e a sombra, a gaiola entre os galhos; os cajueiros todos silentes; o tapete de folhas; lugar de não ver sol. Ela me seguiu como quem pede amparo. Nossa Senhora do Amparo. Como quem pede socorro. Nossa Senhora do Socorro. Erros tao leves. Como caiu a bruxa? Foi o amor, foi o amor!!!

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20/10/2009 — Crônica

Alma de ribeirinho

Os que nasceram nas grandes metrópoles, com seus brinquedos eletrônicos e suas esquinas concretas, defenderão as ruas asfaltadas, o clube do fim de semana e a solidão do computador; os que nascem na beira de um rio, porém, queremos fazer ver as vantagens e os privilégios da in…

Arari Rio Mearim memória
14/03/2009 — Crônica

A cigana leu minha mão

Eu trabalhava num pequeno comércio comprado por meu pai em São Luís, quando ela surgiu à porta acompanhada de seu séquito feminino — mãe, filhas, tias, presumo, formando aquela constelação errante que a pobreza reúne sob o mesmo destino.

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05/03/2009 — Crônica

Meu boné de turista

Reflexões ao deparar-se com um busto de Santos Dumont na entrada da universidade.

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